609 - VIAJANDO COM AS GRANDES ALMAS NA SERENIDADE II

(Nas Ondas da Primavera do Amor)


- Por Wagner Borges -


Há almas boas, tranqüilas e magnânimas, que, como a primavera, fazem bem a todos. São almas livres, serenas e lúcidas.

Abraçam invisivelmente a todos os seres e emanam aquele amor incondicional, que só é percebido na luz do coração.

Essas almas ajudam secretamente a humanidade.

São almas livres e felizes, pois elas amam!

Os seus toques são sutis, e elas também são mestres do sorriso.

Essas almas parecem distantes dos homens, mas, pelo contrário, elas estão bem pertinho, nas luzes de cada coração.

Esses seres grandiosos e simples, magnânimos e contentes, sempre ensinam que há uma luz que brilha mais do que bilhões de sóis juntos.

Dizem que essa é a essência divina de cada ser.

609 - MALEDICÊNCIA – NÃO FALES MAL DE NINGUÉM

- Por Huberto Rohden -


Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros.

Qual a razão última dessa mania de maledicência?

É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade.

Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.

A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros.

608 - CURANDO A DOR E TORNANDO-SE UM BUDA

(Transcrição de Trecho de uma Palestra Realizada no IPPB)

- Por Wagner Borges -


Certa vez, o Buda ensinou: “Abaixo da Iluminação, só existe dor!"

Não é da dor carnal que ele está falando.

Se você não está bem consigo mesmo, então está na hora de mudar alguma coisa. E só você mesmo é que poderá descobrir o que dói e o que faz doer dentro de seu coração.

Existe uma dor que cada ser humano carrega: é a dor da falta de integração. Ela é inconsciente. Não nos sentimos unidos a algo maior. Ficamos meio que esquartejados por dentro. Não estamos equilibrados para falarmos: Somos um só! Eu sou um com o Todo!

Então, como não conseguimos isso, o resultado é uma grande dor psíquica, uma sensação de depressão por dentro, insuportável. Nem terapia adianta, porque o próprio terapeuta também sente esta dor. Ela não é expressada em palavras. Ela é ininteligível. Não tem como traduzir esta dor. Vem como uma solidão danada, que todo ser humano sente, mesmo que tenha mil pessoas em volta. Uma necessidade de fusão com algo a mais, que não é o parceiro ou a parceira, mas uma fusão consigo mesmo.

Enquanto você não tiver isso, vai doer muito aí dentro!

Quando você não tiver mais isso, é porque se tornou um Buda.

Mas existe aí uma defasagem entre você e um Buda. É que para se tornar um Buda, tem que combater a sua dor. Aí é que entra a parte espiritual, com o estudo e o discernimento. Além disso, não vai para frente quem tem a auto-estima baixa.

Os amparadores extrafísicos sempre me pedem para falar para as pessoas aumentarem a auto-estima, que é um estado íntimo, independente de idade, sexo ou religião. E olha que tem muita gente cheia do dinheiro se matando, e gente em condições muito ruins apaixonadas pela vida.

Não tem nada a ver com coisas de fora, mas como você está por dentro. Por isso, invista em você, para que se sinta bem consigo mesmo. Assim vai se sentir melhor com os outros em volta, também.

Carregue valores elevados em sua consciência, que, conseqüentemente, sua auto-estima vai estar fantástica. Ria mais, faça o bem e fique bem, também!

Há uma dor que nós todos carregamos por dentro, que é uma falta de união! E quando A LUZ ACENDE* em nós, desaparece essa dor.


Paz e Luz.

São Paulo, 11 de dezembro de 2004.



- Nota:

* Buda (do sânscrito “Buddha”: “o iluminado”): é aquele que alcança o elevado estado de consciência “Buddhi”, a iluminação pura. É aquele em quem “A LUZ ACENDE”. Dentro de cada coração há um Buda em potencial. Basta despertar para a LUZ, que não só acende o ser, mas, também, “ascende” o nível de consciência e compaixão. Tornar-se Buda é rir na LUZ.

Obs.: Enquanto passava a limpo esses escritos, lembrei-me de um poema de Rumi, o inspirado poeta sufi, que cai como uma luva para esses escritos de agora. Segue-se o mesmo na seqüência.






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VIAJA DENTRO DE TI
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- Por Rumi -


Pudesse a árvore vagar
E mover-se com pés e asas,
Não sofreria os golpes do machado
Nem a dor de ser cortada.

Não errasse o sol por toda a noite,
Como poderia ser o mundo iluminado
A cada nova manhã?

E se a água do mar não subisse ao céu,
Como cresceriam as plantas
Regadas pela chuva e pelos rios?

A gota que deixou seu lar, o oceano,
E a ele depois retornou,
Encontrou a ostra à sua espera
E nela se fez pérola.

Não deixou José seu pai
Em lágrimas, pesar e desespero,
Ao partir em viagem para alcançar
O reinado e a fortuna?

Não viajou o Profeta
Para a distante Medina
Onde encontrou novo reino
E centenas de povos para governar?

Faltam-te pés para viajar?
Viaja dentro de ti mesmo,
E reflete, como a mina de rubis ,
Os raios de sol para fora de ti.

A viagem te conduzirá a teu ser,
Transmutará teu pó em ouro puro.

Ainda que a água salgada
Faça nascer mil espécies de frutos,
Abandona todo amargor e acidez
E guia-te apenas pela doçura.

É o Sol de Tabriz que opera todos os milagres:
Toda árvore ganha beleza
Quando tocada pelo sol.


- Rumi –

(Texto extraído do inspirado livro "Poemas Místicos", de Jalad ud-Din Rumi, maravilhoso poeta sufi que viveu na Arábia do século XIII – Editora Attar).


Texto <608><13/05/2005>

608 - VIA SORRISO

- Por Frank -

“Ele não está aqui!”, repetia Auri, enquanto eu segurava o mapa da Via Crucis, tentando traçar na moderna Jerusalém os passos de Jesus em direção à Cruz.

“Não dá para você fingir que estamos realmente diante do lugar da Paixão de Cristo?” - sugeri, tentando convencer minha parceira de vida e de viagem que tinha valido a pena ir até ali; afinal, mesmo que estivéssemos caminhando por lugares que ninguém conseguira provar serem os verdadeiros lugares por onde Jesus passara, estávamos em Jerusalém, e em qualquer lugar entre aquele prédio e a lojinha de souvenir ocorreu algo significativo, quer seja no Velho ou no Novo Testamento.

Mesmo que houvesse dúvidas sobre a autenticidade da história de Jesus, os muçulmanos juram que Maomé passara por lá, sem contar os Judeus que afirmam que além daquele muro, o Rei Davi e Salomão caminharam de mãos dadas; mas Auri não conseguia ver nada ali, além das capelas que marcavam cada passo do calvário do Nazareno.

“Se eles criaram esse lugar para os peregrinos, deveriam ter criado a Via Sorriso”, sugeriu minha esposa. “Assim teríamos um mapa mostrando os possíveis lugares onde Jesus brincou com as crianças, ou a esquina onde ele falava de amor ou do quanto e como todos podiam fazer o que ele fazia; mas o que vejo são os possíveis lugares onde ele foi pouco a pouco sendo morto. Desculpe, mas a vida de Jesus, para mim, é mais importante que sua morte.”

“Auri, mas a Paixão de Cristo é tão importante quanto sua vida!”

“Quem disse isso? A Biblia ou o Mel Gibson?”, retrucou ela.

“Eu desisto!”

“Não! Não desista! Continue procurando, eu só estou lhe dizendo que, para mim, Jesus não está aqui”, disse ela, por fim.

E eu continuei procurando e seguindo meu mapa, meio calado e meio contrariado, por ela não estar tão entusiasmada quanto eu por estar ali; porém, a cada passo seguido e a cada capela que entrava, não pude negar que ela estava certa. Tudo era muito legal e bonito, mas realmente não havia qualquer sinal de Jesus por ali, nem mesmo no Santo Sepulcro consegui perceber qualquer seqüela da sua paixão pela humanidade ou do seu amor pela vida.

No fim da tarde, subimos o Monte das Oliveiras e eu continuei com esperanças de sentir algo em relação a Cristo. Era de tardezinha, e do topo da montanha podíamos ver o sol se pondo atrás do muro da cidade velha de Jerusalém.

Auri observava o sol se pondo, enquanto eu tentava localizar no mapa o lugar certo, onde Jesus ensinou o Pai Nosso para seus discípulos, quando minha esposa finalmente sorriu, pegou na minha mão e falou:

“Agora sim, eu sinto Jesus!”

“Eu também - respondi. Desde que subi o monte comecei a sentir algo diferente.”

“Frank, o Monte das Oliveiras é muito bonito, mas foi o sol se pondo sob a cidade que fez com que eu me lembrasse de Jesus”, ela disse, enquanto seus olhos refletiam o dourado que banhava a cidade. “Assim como o Sol, o Jesus que imagino brilha demais para ficar contido dentro de um templo. Se os Evangelhos estiverem certos sobre o tamanho do seu amor pela humanidade, todos os Evangelhistas deveriam gritar para seus fiéis: Saiam agora de dentro da capela, saiam agora da igreja. Vão lá fora e sintam os raios do sol; abracem o brilho da lua e vocês terão uma pequenina idéia da luz que Jesus emitia.”

E ela continuou:

“Frank, você sabe o quanto eu respeito a história e as tradições das religiões; mas, para mim, Jesus estava tão presente no Santo Sepulcro e na Via Dolorosa quanto os raios de sol estavam presentes dentro de um quarto escuro.”

Jerusalém, 01 Março de 2005.

- Nota de Wagner Borges: Frank é o pseudônimo do nosso amigo Francisco, participante do grupo de estudos do IPPB e da lista Voadores, que atualmente mora em Londres. Ele escreve textos muito inspirados e nos autorizou a postagem desses escritos. Neste momento ele está em viagem de férias pelo Oriente Médio, de onde remete os seus escritos contando sobre suas observações e reflexões conscienciais. Há diversos textos dele postados em sua coluna da revista on line de nossa página e em nossa seção de textos projetivos e espiritualistas, em meio aos diversos textos já enviados anteriormente. www.ippb.org.br

Texto <608><13/05/2005>

607 - EXPERIÊNCIAS COM O EU ASTRAL III

(Relatos Projetivos)



- Por Hamilton Prado –



- Nota inicial de Wagner Borges: Em dezembro de 2003 e setembro de 2004 enviei pelos textos periódicos do site alguns capítulos extraídos do livro "No Limiar do Mistério da Sobrevivência - Experiências Com o Eu Astral", de autoria do projetor brasileiro Hamilton Prado (1905-1972). Na época, assinalei nas notas, após o fim dos textos, alguns dados sobre o livro, o autor e o motivo de remeter em aberto os capítulos (para situar melhor o leitor, repeti os mesmos dados ao final desse texto postado agora).

Como o livro está esgotado há vários anos (ainda há alguns exemplares do livro no IPPB), e levando em conta que os relatos projetivos do Prado podem ajudar a outros projetores a compreenderem alguns dos mecanismos projetivos, resolvi postar mais material dessa obra sensacional.

Da mesma forma que antes, penso que disponibilizar textos projetivos desse nível é um verdadeiro presente para os leitores interessados no tema das projeções da consciência para fora do corpo físico.

Estou verificando com os familiares do Hamilton Prado a possibilidade de reeditar esse livro oportunamente, com anexos e correções atualizadas.

Os texto anteriores estão postado na seção de textos periódicos de nosso site (textos 433 e 555, respectivamente).

Feitos esses esclarecimentos iniciais, vamos à leitura desses ricos relatos projetivos de um dos maiores projetores brasileiros.


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CAPÍTULO X
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Acima de certo nível, nos planos que se estratificam, a música parece ser um fator de aproximação dos espíritos. Aliás, estes devem senti-la de maneira muito mais intensa do que nós.

Além dessa vez há pouco referida, outros ensejos tive em que ouvi músicas no espaço, músicas todas elas harmoniosas e com uma força de encantamento excepcional. Linhas atrás, já me referi, aliás, ao efeito profundamente melancólico e triste que certa vez exerceu sobre meu espírito uma canção que ouvi. Das outras vezes, porém, ouvi músicas orquestrais e, de certa feita, uma execução, em violino, de uma peça cuja harmonia me fez lembrar uma dessas maravilhosas composições de Chopin. Nessas ocasiões, a gente sente que o tempo corre com muita rapidez, porque o nosso espírito recebe os sons musicais como quem procura saciar-se de felicidade, buscando em vão transformar em eternidade cada nota suave e comovente da música que ouve. Mal termina a execução e já uma saudade doce, mas dominadora, da execução ouvida, nos enche o coração. Aliás, o sentido de beleza, de perfeição parece à gente, naquele estado, muito mais profundo e significativo. Talvez eu tenha concluído assim por causa das coisas inéditas e formosíssimas que às vezes me foi dado apreciar.

Algumas oportunidades tive para apreciar horizontes e paisagens de uma beleza transcendental. O encanto que dimana de tais paisagens não é só derivado dos acidentes propriamente físicos que se oferecem à vista, tais como montanhas de contornos caprichosos e extraordinários, praias, descampados, nuvens, obras arquitetônicas, etc., mas, principalmente, da riqueza dos coloridos ou, ainda, da suavidade da luz que tudo ilumina e, também, da tranqüilidade infinita que o ambiente e a visão nos transmitem, infundindo-nos uma serenidade, um sossego, que transcendem a todas as sensações de plenitude e satisfação que a gente possa desfrutar quando acordado.

Aliás, esses sentimentos que se podem traduzir como uma forma de delicada e superior felicidade, eu tive oportunidade de sentir quando de outras vezes, no estado de desdobramento, me foram proporcionadas visões das quais, sempre que me lembro, sinto saudades, visões que surgiram imprevistamente, nunca tornando a se reproduzirem, apesar do encantamento que me causaram.

Uma de tais visões foi a de um quadro. Lembro-me como se tivesse acontecido há pouco tempo. Ao sair do meu corpo, senti-me levado para uma saleta pequena e em penumbra, onde fiquei ao lado de alguns vultos, dos quais o mais próximo, que se ombreava comigo, me pareceu uma moça magra, morena, de fisionomia sobranceira, quase orgulhosa, extremamente simpática. Inesperadamente, à nossa frente, surge, todo iluminado, como se fosse uma cena real, esbatido por uma claridade de canícula, um quadro em que, a traços firmes, com um colorido vivo, se achavam pintados dois guerreiros romanos, com seus capacetes, túnicas de metal, espadas largas e escudos, enfim, com toda a sua indumentária rude e característica, conduzindo com violência, melhor diria, arrastando para a entrada de uma prisão subterrânea, um tipo de guerreiro ou escravo selvagem, semi-nu, de tez escura, grande e musculoso, de crânio raspado. O conjunto e as expressões, além de ricos em detalhes eloqüentes, revelavam um vigor, uma vitalidade, que me impressionaram profundamente. Procurava, insaciável, fixar o quadro em todos os seus pormenores, quando a luz que o iluminava começou a esmaecer. Não me contive e pedi, por favor, que iluminassem novamente o quadro, e, como que atendendo ao meu pedido, a luz se fez para, pouco depois, apagar-se de todo. Os vultos ao meu lado se retiraram e eu voltei para minha casa, a fim de acordar, amargurado pela fugacidade daquele excepcional espetáculo.

Outra visão de grande beleza eu a tive imprevistamente, certa noite em que meu espírito deslizava por sobre um campo baldio e alagadiço. De repente, senti que me retinham e, sem saber porque, olhei para o céu. Este começou a encher-se de luz e breve eu via sobre ele, em grande tamanho, um lance de alta muralha de pedra e, rente a essa muralha, um casal jovem que, frente a frente, dando-se as mãos, conversava. A indumentária do rapaz era a de um gentil homem de nosso século XVI: amplo chapéu de aba larga com pluma, túnica grossa, que parecia de veludo marrom, presa à cintura por um cinto largo, com grande fivela, do qual pendia uma espada, calção e botas altas. A moça trazia um vestido preto de gola alta, mangas compridas e roda ampla, bem ajustado no busto. Eu procurava fixar esses detalhes quando a moça, num gesto brusco, se afastou até ao canto do alto paredão, como que para inspecionar o que ocorria daquele lado, ficando, assim, de costas. Nesse momento, a figura do rapaz ganhou volume e pude observar a sua fisionomia demoradamente. Seus cabelos castanhos desciam até a altura do queixo, seu nariz reto e sua boca bem desenhada e contraída davam à sua fisionomia uma expressão invulgar de resolução e nobreza. Todavia, do seu rosto, sem barba, especialmente dos seus olhos escuros, fluía uma tal expressão de dolorosa sensibilidade, de tão conformada tristeza, que imediatamente um sentimento de profunda simpatia e solidariedade me dominou. Aquela cena no céu foi desaparecendo e se desfez, enquanto alguém dizia ao meu lado: "O amor, na sua mais eloqüente forma de pura sensibilidade e extremo devotamento é que permitiu essa maravilhosa representação da vida de dois entes que sofrem em um mundo distante".

Acordei comovido e durante dias consecutivos uma suave angústia me confrangia o coração ao relembrar-me daquela visão de inexcedível beleza, pensando nos sofrimentos que ela estampara e naqueles dois entes que eu vira e talvez continuassem vivendo dolorosas emoções em um lugar longínquo do universo.

Tais visões e outras de menor impressão, mas de grande beleza, as chuvas coloridas de astros, a sucessão de imagens luminosas no céu, as paisagens imensas iluminadas por revérberos de luz serena, profundamente tranqüila, etc. constituíram, na sucessão das ocorrências com que se vem enriquecendo a minha experiência sobre os fenômenos de que são objeto estas descrições, uma nota de tão compensadora atração, que francamente pagaram com generosidade os sustos, os temores e as preocupações que esses mesmos fenômenos me trouxeram. Por outro lado, elas mostraram o enorme repositório de surpresas imensamente agradáveis, de inexcedível encanto que certos planos muito vizinhos de nós podem proporcionar aos espíritos que, desligando-se de planos materiais e grosseiros, conseguem elevar-se um pouco às regiões em que a sensibilidade, o amor, a solidariedade, a compassividade e a honestidade são as notas dominantes.



(Texto extraído do livro "No Limiar do Mistério da Sobrevivência - Experiências com o Eu Astral" - Hamilton Prado - 1968.)

- Nota original de Wagner Borges: Temos no IPPB alguns exemplares do excelente livro "No Limiar do Mistério da Sobrevivência - Experiências com o Eu Astral", do projetor brasileiro Hamilton Prado (1905-1972). Esse livro está esgotado há muitos anos, e é obra de referência dentro dos estudos das projeções da consciência para fora do corpo físico.

Os exemplares disponíveis estavam guardados com João Prado, sobrinho do Hamilton. Entrei em contato com ele e peguei os 100 livros para repassá-los aos diversos estudantes do grupo de estudo e assistência espiritual do IPPB e aos alunos da 4a fase do curso de projeção da consciência.

Como alguns desses exemplares ficaram, e por tratar-se de obra séria dentro do estudo projetivo, estou informando em aberto para todos.

O livro custa R$ 20,00 - O valor integral da venda dos 100 livros estará sendo repassado para o João Prado tocar a obra de um centro espiritualista em construção na baixada santista - e poderá ser adquirido no IPPB ou por telefone: (11) 6163-5381 e 6915-7351 (no horário comercial).



Obs. Pedi autorização do João Prado para colocar um capítulo importante do livro em nosso site, numa nova seção que estamos abrindo com textos projetivos extraídos de livros importantes (avisaremos oportunamente sobre isso). Porém, enquanto escolhia os textos para esse envio, resolvi postar em aberto o relato projetivo do Hamilton Prado. É extenso, mas vale a pena, principalmente se for levado em consideração de que é material raro.

Portanto, selecionei os dois primeiros capítulos do livro e estou enviando-os na íntegra como um envio especial de texto. Trata-se de um verdadeiro presente para os interessados nas projeções da consciência para fora do corpo físico, principalmente para aqueles que experimentam sintomas projetivos com freqüência (paralisia, estados vibracionais, ballonemant, e outros).



Paz e Luz.

www.ippb.org.br

Texto <607><11/05/2005>