451 - JESUS, BUDA E KRISHNA, A VERDADEIRA CIA DO AMOR

O budista grita: BUDA!
O cristão grita: JESUS CRISTO!
O hindu grita: KRISHNA!

Nós, da Cia do Amor, gritamos: ALEGRIA!

Sabe por quê?

450 - O QUE OS OUTROS DIZEM, O QUE OS OUTROS PENSAM...

Conta-se a história de um monge em viagem que, cansado, repousou sob uma árvore. Não tendo travesseiro, arrumou alguns tijolos e neles descansou a cabeça. Algumas mulheres transitavam pelo caminho, indo apanhar água no rio. Vendo o monge de repouso, disseram entre si:

- Esse jovem tornou-se monge e ainda não consegue passar sem travesseiro; usa tijolos em seu lugar!

Prosseguiram em seu caminho e o monge pensou: "Tem razão de criticar-me". Pondo de lado os tijolos, descansou a cabeça na terra. Logo depois, as mulheres voltaram e viram que os tijolos haviam sido postos de lado. Então exclamaram com desdém:

- Que belo tipo de monge! Ofendeu-se quando dissemos que usava travesseiro. Veja, agora: pôs fora o travesseiro!

O monge refletiu: "Se uso travesseiro, criticam-me. Se deixo de usá-lo, também não lhes agrado. Impossível satisfazê-las. Deixe-me, pois agradar apenas a Deus".

(Texto extraído do livro "O Sermão da Montanha Segundo O Vedanta", de Swami Prabhavananda; Ed. Pensamento)


Texto <450><05/08/2003>

450 - A VIAGEM DOS INICIADOS

Usando agora os sentidos da alma, é bom vocês saberem que, enquanto o sol brilha lá fora, vocês brilham de amor aqui dentro.

É bom saber que vocês estão dando as mãos, estão se abraçando como ontem, e é melhor ainda saber que vocês poderão fazer isso hoje, amanhã, depois e depois...

Como disse o próprio Cristo, "Onde houver dois ou mais em meu nome, aí Eu estarei".

Quantos nós somos agora, em vários planos?

Vocês, nós, outros acima de nós, outros acima desses outros, e indo, indo, até chegar no Criador, acima de todos.

Olhando vocês com os olhos da alma, com os olhos internos, faz-me lembrar de um tempo antigo, e os meus olhos, então, se perdem na imensidão de imagens que estão perdidas há milhares de anos e que se descortinam na minha frente agora: as imagens de um passado distante, fulgurante de espiritualidade, onde em várias encarnações grupos de espíritos estudavam as mesmas coisas que vocês estão estudando atualmente.

Os meus olhos vão para longe e observam a velha Índia. Observam o movimento do rio Ganges, onde milhões de criaturas, através dos séculos, se banham nas suas águas sagradas, águas energizadas por milhares de anos de fé pura, onde, por trás da multiplicidade das formas da Divindade da cultura hindu, a figura de Deus é revestida através de mitos e lendas para melhor compreensão e entendimento.

E nós observamos o florescer do Yoga (1) há cinco mil anos.

Yoga é a união, é respirar o ar, é puxar o prana (2) do ar. É o ar saturado de prana cósmico que vem de uma Fonte Maior. Quando nós o respiramos, na verdade, estamos respirando a Vida, a Vida que o Criador deixou para nós, a Vida que nos interpenetra e que nós absorvemos na respiração. Absorvemos com o pensamento, absorvemos com o sentimento, com a aura e com os chacras.

Essa energia só pode se manifestar corretamente através de auras e de chacras corretamente desenvolvidos, porém o desenvolvimento não é só através da vontade, da disciplina, do esquema, ou do método. É principalmente baseado em amor puro, em sentimento fraterno, é olhar cada chacra com sentimento, e olhar cada aberturinha da sua aura como um pequeno canal que liga o Ser ao mundo exterior, por onde você respira a Divindade, através da energia e através do ar.

E eu olho para trás e vejo os milhares de yogues através de séculos fecundando o solo da Índia de espiritualidade, germinando sementes para o futuro, futuro que é agora. Vemos, então, a plantação das sementes que viriam a gerar as árvores da sabedoria milenar entre os hindus.

Os meus olhos vão mais acima e enxergam a cadeia montanhosa dos Himalaias com os seus montes nevados, suas cavernas iluminadas por gerações e gerações de yogues que tentaram, através de práticas ascéticas, abrir o canal para fazer uma ligação com a Vida Suprema, que é a Vida da gente.

E o meu olhar, perdendo-se na imensidão da antiga Índia, dos Himalaias e do Tibete, o meu olhar feliz vê o florescimento de vários super-homens que foram canal dessa força Crística através dos séculos: Bábaji, Láhiri Mahásaya, Kabir, Ramakrishna, Mahavira, Ramananda e RamaYanda.

O meu olhar ultrapassa os Himalaias e agora observa a China imemorial, observa o florescer da técnica da manipulação das energias, observa o florescer do Zen, observa o crescimento do Budismo, observa gerações de monges meditando, meditando e meditando... buscando a ligação com essa força Crística.

Observo o florescer do Taoísmo, de um filosofia calcada em valores reais, valores de luz e observo também os outros super-homens, canais da força Crística: Fo-Hi, Lao-Tsé, Confúcio – e da velha China brilha o ouro, o ouro da energia, uma energia dourada.

Desvio novamente o meu olhar pelo passado e vejo a velha África com suas savanas, seus animais, suas florestas e seu povo inocente, mas rico em tradições. Observo os africanos ancestrais produzindo rituais, usando os elementos da natureza, e observo uma palavra crescer na egrégora (3) da África: MAGIA – a habilidade de extrair as forças da natureza e se servir delas como canal.

Como canal dessa energia, todo aquele que desenvolve esse potencial para o progresso é chamado e dignificado de Mago Branco.

O meu olhar vai para a parte superior da África, ao encontro das velhas pirâmides do Egito, ao encontro com o Deus Amon-Rá, o Deus-Sol, ao encontro com a manifestação trina de Osíris, Ísis e Hórus, ao encontro com a sabedoria de Hermes Trismegisto, Inhotep e Amenófis. E observo o desenvolver da técnica do desenvolvimento da projeção astral dentro dos templos e das pirâmides.

Observo também o florescer de técnicas antigas de mediunidade.

E dos antigos iniciados do Egito, da África, da Índia, do Tibet, do Himalaia e da China, eu vejo brotar LUZ.

E o meu olhar agora passa pela Europa e atravessa o Atlântico e olha as Américas.

Passo pela América do Norte e vejo os rituais das tribos Peles-Vermelhas tentando fazer uma integração com o Deus Sol, tentando capturar o prana através de rituais específicos e através de tradições riquíssimas, baseadas na força da Mãe-Terra e no entendimento do coração das Leis da Natureza.

Meu olhar espiritual vai descendo e capta as imagens da América Central. Vejo o florescer dos Maias e dos Astecas. Vejo novamente a tentativa de querer integrar-se com a Força Crística através do sol, a fonte de luz e de prana que dá Vida a este Planeta.

Meu olhar vai descendo para a América do Sul e o tempo segue girando na minha frente, e eu vou me encontrando agora perto do presente. Vejo o florescimento da tribo Tupi-Guarani, herdeira dos Atlantes perdidos, que navegaram e foram parar no centro da América do Sul, mesclando-se com os índios daquela região, gerando a tribo Tupi-Guarani, que também cultuava o Deus Sol como fonte de luz e, por sua vez, esse Sol que é a Vida da Vida e a Vida da Terra, esse Sol que é apenas a manifestação externa da força Crística e a sua materialização em forma de luz, calor e vida.

E o meu olhar finalmente pára no presente, agora na direção do Atlântico Sul, no Brasil, trazendo todas essas imagens do passado, de gerações de iniciados que trabalharam pela preservação da chama espiritual. Eu vejo agora centenas de iniciados antigos reencarnados no Brasil.

E o meu olhar projeta lágrimas de sentimento, de alegria e de satisfação de saber que vocês não esqueceram da iniciação que vocês já passaram, de saber que vocês estão resgatando a sabedoria antiga do Amor e da Espiritualidade.

- Rama -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges -
São Paulo 04 de abril de 1993.)

Esses escritos são a transcrição integral de uma psicofonia ocorrida durante uma prática com os 80 participantes da 2a fase do curso de Bioenergia, Aura e Chacras. Por sorte alguém estava com o gravador ligado, e por isso o conteúdo da mensagem foi preservado e finalmente agora disponibilizado em aberto para todos.

A mensagem foi editada e adaptada para leitura, mas sem alterar o sentido das idéias ventiladas nela.

O amparador Rama atualmente encontra-se reencarnado.

Maiores informações sobre ele podem ser conseguidas na seção de amparadores de nosso site. Inclusive, nos próximos dias, estarei disponibilizando diversos textos antigos dele nessa seção.

- Notas do texto:
1. Yoga (do sânscrito): União.
2. Prana (do sânscrito): Força vital, Energia.
3. Egrégora: Atmosfera psíquica coletiva.

Texto <450><05/08/2003>

450 - ALMA DE GUERREIRO

O ataque é iminente.

Os cavalos dos milhares de homens brancos pisam

A Mãe Terra com força.

Sinto uma raiva, rancor, mágoa e ódio nos corações desses

Homens que atravessaram as águas.

Fecho os olhos e pergunto ao Grande Espírito

O porquê de tamanha ganância.

Eles querem roubar nossas terras.

Querem matar nossos animais.

Sinto os búfalos ficarem agitados quando eles se aproximam.

Sinto os lobos ficarem opressos.

Sinto a águia voar para longe deles.

Sinto a floresta triste.

Sinto o meu coração preocupado.

Há gerações estamos de bem com a Mãe Natureza.

Nossos filhos nascem e morrem de acordo com os ditames

Naturais e sábios de nosso meio de vida.

As árvores sabem que as respeitamos.

Não as derrubamos por violência.

As águas vêm até nossas bocas e alimentam nossos corpos.

Não colocamos mercúrio nelas.

O nosso ar é amigo. Não falamos palavras que respingam

Nele e atacam os semelhantes.

Andamos na floresta pisando macio...

A Irmã Neve acaricia nossos passos e oramos para ela.

A Irmã Coruja faz uma música para mim e acordo,

Neste momento...

Vejo meu irmãos guerreiros, com respeito ao inimigo,

Indo para a batalha.

Sabemos que vamos voltar para Wankan Tanka, pois fomos

Avisados por Ele que as terras confiadas a nós por Ele

Seriam agora confiadas aos brancos.

Uno-me aos meus irmãos Sioux , Dakota, Peles-Vermelhas

E de outras valorosas tribos e, com minha machadinha e arco e flecha, corro em direção do campo de batalha...

Um tiro pega meu coração e caio como uma árvore velha ao chão...

Saio do corpo e vejo meus irmãos lutando bravamente.

Não sinto, na maioria, ódio nem sentimentos muito pesados.

Agora, na esfera do Astral, posso ver melhor.

São almas bonitas e valorosas.

Todas querendo aprender.

Beijo meu cadáver e agradeço a ele por tudo.

Vejo muitos brancos fora do corpo, confusos e com muito medo.

Aproximo-me e projeto uma faixa de ondas violetas...

Sinto que eles estão começando a dormir...

Alguns resistem e falo para terem confiança no Grande Espírito,

Criador de brancos e índios... de todos.

Ligando-me a todos eles, com ajuda de meus irmãos nativos também desencarnados, levamos a todos para o centro da

Grande Floresta Sagrada.

Lá fazemos uma grande fogueira, com o poder

De nossos pensamentos.

Suas almas começam a purgar seus equívocos,

Até que possam ir pessoalmente falar com o Grande Espírito.

Volto para o campo de batalha e observo que, praticamente,

Todos foram dizimados. Vejo seus corpos perfurados de bala.

Uma lágrima sai de meus olhos.

Mas não condeno os brancos, pois sei que todos estamos

Aprendendo nos corpos físicos densos.

Vou até a tribo e vejo que mulheres e crianças foram violentadas.

Vejo muitos de seus corpos jogados em penhascos próximos.

Vejo os corpos dos velhos mutilados.

Vejo os animais sagrados mortos, assassinados e queimados.

Orando ao Grande Espírito sou levado até os céus.

Lá comprovo que todos somos irmãos, brancos e índios.

Choramos juntos e nos perdoamos mutuamente.

E me preparo para uma nova reencarnação...




- Washington da Silva -
São Paulo, 06 de julho de 2003.


Texto <450><05/08/2003>

449 - CONVERSANDO COM UM TAUMATURGO ASTRAL

No mais profundo da meditação ele surgiu à minha frente.

Sorriu e saudou-me simpaticamente. Os seus olhos faiscavam.

Era a primeira vez que eu o via nessa vida.

Depois de tanto estudar o seu trabalho por anos, agora ele estava ali, de frente.

Houve vezes em que pensei que ele estivesse reencarnado atualmente.

Mas ali estava ele bem à minha frente, o médico ocultista e taumaturgo (1) que tanto admiro pela sua firmeza de caráter e pela sua bondade.