403 - IMANENTE BEM
No carro do sofrimento busco o templo!
Deponho a Shiva, * sobre o opalino dossel, a ânfora de essência rara, em lágrimas de devoção!
O som doce da cítara não mais me felicita nem me inspira a flauta querida, construída de ternura dos bambuzais verdejantes.
Os risos que passam breve, não vibram os acordes na alma do peregrino ansioso pelo diapasão divino...Nem tangem o sentimento, os gárrulos movimentos da natureza, plena de esperança no estuário da vida!
Adoece a alma!
Deponho a Shiva, * sobre o opalino dossel, a ânfora de essência rara, em lágrimas de devoção!
O som doce da cítara não mais me felicita nem me inspira a flauta querida, construída de ternura dos bambuzais verdejantes.
Os risos que passam breve, não vibram os acordes na alma do peregrino ansioso pelo diapasão divino...Nem tangem o sentimento, os gárrulos movimentos da natureza, plena de esperança no estuário da vida!
Adoece a alma!
