580 - VIAJANDO NAS ONDAS DO AMPARO SERENO E FRATERNO II
(Ou Como a Luz Rosa do Coração Ajudou um Espírito Suicida)
Madrugada do dia 27 de dezembro de 2004.
Estou de férias com alguns amigos no sítio de uma amiga em Jundiaí, cidade próxima a São Paulo.
Na sala onde estou hospedado, estão deitadas neste momento a minha namorada e a minha filha Maria Luz (minha caçula, de 10 anos).
Como deitamos cedo ontem, coisa que não é meu hábito, acordo no meio da madrugada e perco o sono. Levanto-me e pego uma revista para distrair a mente, mas estou sem muita vontade de ler. Então, resolvo fazer um trabalho energético com os meus chacras para passar o tempo e ver se pinta alguma coisa boa na tela mental.
Sento-me num pequeno sofá no canto da sala, fecho os olhos e vou percorrendo mentalmente cada um dos chacras, sentindo-os, de baixo para cima, um a um, como em uma prospecção mental silenciosa.
Para cada um deles, dou cerca de um minuto de atenção e carinho, como se fossem entidades vivas (na verdade, são pequenos portais conscienciais maravilhosos, verdadeiros sóis vivos em nós), e visualizo-os como fulcros energéticos pulsantes e serenos, com a cor da luz solar. No entanto, muitas vezes, eles assumem cores específicas, dependendo do momento e das condições psicofísicas da pessoa.
Verifico, contente, que a aura e o sistema energético estão limpos e tranqüilos.
O ambiente na sala está sereno, limpo; tudo na calma da madrugada.
Daí, resolvo ver se pego no sono. Deito-me e procuro soltar a mente... Cochilo um pouco, mas o sono profundo não chega. Estou tranqüilo, mas o corpo não quer adormecer mesmo.
* * *
Madrugada do dia 27 de dezembro de 2004.
Estou de férias com alguns amigos no sítio de uma amiga em Jundiaí, cidade próxima a São Paulo.
Na sala onde estou hospedado, estão deitadas neste momento a minha namorada e a minha filha Maria Luz (minha caçula, de 10 anos).
Como deitamos cedo ontem, coisa que não é meu hábito, acordo no meio da madrugada e perco o sono. Levanto-me e pego uma revista para distrair a mente, mas estou sem muita vontade de ler. Então, resolvo fazer um trabalho energético com os meus chacras para passar o tempo e ver se pinta alguma coisa boa na tela mental.
Sento-me num pequeno sofá no canto da sala, fecho os olhos e vou percorrendo mentalmente cada um dos chacras, sentindo-os, de baixo para cima, um a um, como em uma prospecção mental silenciosa.
Para cada um deles, dou cerca de um minuto de atenção e carinho, como se fossem entidades vivas (na verdade, são pequenos portais conscienciais maravilhosos, verdadeiros sóis vivos em nós), e visualizo-os como fulcros energéticos pulsantes e serenos, com a cor da luz solar. No entanto, muitas vezes, eles assumem cores específicas, dependendo do momento e das condições psicofísicas da pessoa.
Verifico, contente, que a aura e o sistema energético estão limpos e tranqüilos.
O ambiente na sala está sereno, limpo; tudo na calma da madrugada.
Daí, resolvo ver se pego no sono. Deito-me e procuro soltar a mente... Cochilo um pouco, mas o sono profundo não chega. Estou tranqüilo, mas o corpo não quer adormecer mesmo.
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