501 - ANO NOVO II

Ano novo é isso aí:
Mudança no calendário
E manutenção de velhas atitudes.
Ano novo, vida velha.
Melhor se fosse:
Ano velho e vida nova!

* * *

Tantos desejos para o ano novo
E tão pouca inspiração para corrigir velhos defeitos!
Tanta festa e tanta criancice!
Parece até que o tempo pode ser domado
Pelos caprichos de uma data marcada pelos homens!

* * *

Ali na praia, um casal de namorados faz juras de amor na virada de ano.
Na virada do ano seguinte, talvez eles estejam nessa mesma praia, só que com outros parceiros, novamente fazendo juras de amor.
Ano após ano eles vão trocando de parceiros, mantendo apenas as juras de amor que sempre se baseiam no tradicional "eu te amo".
Seria mais inteligente se mantivessem os mesmos parceiros e trocassem as juras de amor. A coitada da praia já conhece de cor e salteado o "eu te amo" de virada de ano.
Outro dia ela me perguntou:
"Por que é que eles não vão mentir em outro lugar?"
E eu respondi sorrindo:
"É porque a jura de amor deles é só para um ano, e a dos verdadeiros amantes é jura de amor eterna."

- Cia do Amor – A Turma dos Poetas em Flor.*
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1991.)

* A Cia. do Amor é um grupo de cronistas, poetas e escritores brasileiros desencarnados que me passam textos e mensagens espirituais há vários anos. Em sua grande maioria, são poetas e muito bem-humorados. Segundo eles, os seus escritos são para mostrar que os espíritos não são nuvenzinhas ou luzinhas piscando em um plano espiritual inefável. Eles querem mostrar que continuam sendo pessoas comuns, apenas vivendo em outros planos, sem carregar o corpo denso. Querem que as pessoas encarnadas saibam que não existe apenas vida após a morte, mas, também, muita alegria e amor.
Os seus textos são simples e diretos, buscando o coração do leitor.

Texto <501><09/03/2004>

501 - ANO NOVO

O mundo é uma bola que gira sem parar.
O espírito também gira sem parar,
De experiência em experiência,
Ou melhor dizendo, de encrenca em encrenca.
Ano vai, ano vem,
Mas o coração das pessoas continua conturbado.
É compreensível o afã das pessoas na virada de ano.
Entre os fogos e o fogo dos pileques
Existe a esperança de dias melhores.
Em cada rojão disparado, segue um mundo de desejos.
Aqui, um deseja esquecer as velhas desgraças
E as dívidas do ano velho.
Ali, outro deseja nesse ano novo
Conquistar finalmente a mulher do próximo.
Acolá, o outro deseja a morte de um rival.
Bem poucos desejam alguma coisa boa...

* * *

O espocar dos fogos é sempre acompanhado pelo espocar das formas-pensamento com conotação emocional, que acompanham os desejos em geral.
Se a maioria dos desejos é de baixo nível, deixo a cargo dos leitores a incumbência de imaginar o efeito disso ao nível de plasmagem de atmosferas psíquicas densas na virada de ano.

Paz e Luz.

- Rama* -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges – Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1991.)

* Sobre o amparador Rama, ver a coluna de amparadores de nosso site – www.ippb.org.br

Texto <501><09/03/2004>

501 - OLHOS DE KRISHNA

Krishna,

Meditando ainda há pouco, vi seus olhos amendoados brilhando em meu coração.

Eles expressam um amor profundo e, ao mesmo tempo, uma grande alegria, como se você brincasse nas ondas do meu ser.

Meu querido, seu olhar me é tão familiar.

Vejo em seu brilho as imagens de várias vidas passadas e o seu amor sempre presente, sutil, acompanhando meus passos na evolução.

Você estava dentro e fora de mim todo o tempo, nas múltiplas dimensões de seu amor, levando-me nas asas luminosas de sua Espiritualidade.

Vendo seus olhos agora, sei que o azul do céu das minhas aspirações espirituais é seu azul.

Sentindo seu amor aqui mesmo, nas entranhas da carne e da alma, percebo que caiu o último véu que me impedia de vê-lo antes.

Ah, esses olhos incríveis! É como se a vivacidade e a alegria de tudo que é bom morasse neles todo o tempo.

Amigo das viagens de minha alma, percebo nos sons sutis do chacra cardíaco que você quer enviar uma mensagem aos estudantes espiritualistas.

Sob o comando do brilho de seus olhos, escrevo cheio de alegria o recado de sua alma à alma dos homens que batalham a favor do Bem na face da Terra:

"Quem se esforça para ver meus olhos brilhando no coração é detentor da imensa riqueza espiritual da alegria resplandecente."

"Quem serve ao mundo com desprendimento e alegria, sem esperar recompensas ou reconhecimento público, já tem seu prêmio de luz: A ALEGRIA DE SER BOM!"

"Quem espreita o caminho alheio não consegue ver meus olhos em canto algum."

"Que os homens definam bem suas prioridades: olhos brilhantes ou mentes opacas?"

"A divina efulgência é patrimônio espiritual de todos os seres, contudo, brilha mais o ser que norteia seus passos sob o ditame do Supremo Amor a favor da evolução de todos."

Aí está, amigo espiritualista, o recado do Senhor dos Olhos de Lótus.

Que o efulgente brilho de seu olhar possa estar presente em seu coração, iluminando seu viver, agora e sempre.



OM KRISHNA OM!


- Wagner Borges -
(Texto extraído do livro "Viagem Espiritual III" – Editora Universalista – 1998.)


Texto <501><09/03/2004>

500 - JESUS TAMBÉM TOCA FLAUTA!

Prezado Rabi (1),
Ainda agora senti você
Nos suaves toques de uma flauta.
Engraçado, parece que tocava
Dentro do meu coração.

Em meio à suavidade dos toques,
Veio junto uma onda de Amor,
E com ela a vontade servir
E abraçar a humanidade em silêncio.
E escrever sobre o universalismo
Do Amor incondicional:

“Sabe, meu amigo, hoje eu entendo
Daquela fome de amor que você falava.
Compreendo o porquê da violência no mundo:
É que a alma dos homens tem fome,
E o resultado é a agitação e a dor.

Sei de muitos que rezam a você formalmente,
E de outros que vendem o seu nome.
Mas também sei que muitos lhe alcançam
Somente pela boa vontade apresentada.
São aqueles pequeninos de que você falava.
Aqueles com coração de criança.

Rabi, no alto do Monte Tabor
Elias e Moisés se materializaram,
Mas era o seu rosto que brilhava muito.
Era um rosto-sol cheio de Amor.
O mesmo rosto que sinto agora
Interpenetrando o meu próprio rosto.

Aqui e agora, com o rosto brilhando
Pela graça do Seu Amor,
E com os toques de flauta preenchendo
O Ambiente de serenidade e inspiração,
Peço a você, meigo Rabi, que continue
Escutando os pequeninos que lhe chamam
Sem malícia e sem interesses egoístas.

Peço-lhe que o meu coração jamais
Esqueça dos toques de sua flauta;
Para que de rosto brilhante eu possa ver,
Além das emoções transitórias,
O Seu Amor viajando por entre os seres...

Ah, esses toques serenos de flauta!
Fazem-me lembrar de Ramakrishna,
Que dizia que você, Rama e Krishna
Eram avatares (2) do mesmo Amor!

Rabi, acho que você está tocando
A flauta de Krishna, no universalismo
Que inspira o espírito a se abrir
Às divinas canções dos avatares.

E acho que Krishna está agora
Com Moisés e Elias em alguma montanha,
Com o rosto brilhando.

E talvez Ramakrishna (3) esteja agora
Rindo em algum lugar,
Ao me ver escrevendo sobre a flauta
De Krishna nas suas mãos,
E sobre o seu rosto brilhar no rosto dele
Na montanha com os espíritos, e aqui,
No meu próprio rosto.

Meigo Rabi, enche esses escritos de luz,
Para que outros rostos possam brilhar
Na mesma sintonia.

E que a fome de Amor seja aplacada pelo seu abraço!”

PS. Rabi, peço-lhe mais uma coisa:
Em nome dos meus companheiros de trabalho,
Quando você estiver com Ramakrishna,
Por favor, diga a ele que estamos trabalhando,
E que aos trancos e barrancos, vamos seguindo...
E que, às vezes, quando inspirados por você,
Despertamos um pouco, e aí,
Os nossos rostos tornam-se sóis de Amor.

(Esses escritos são dedicados ao AMOR QUE AMA SEM NOME.)

- Wagner Borges -
São Paulo, 04 de março de 2004, as 19h11min

1. Rabi: Mestre.
2. Avatares (do sânscrito): Emissários divinos; Enviados celestes; Seres iluminados que reencarnam na Terra para iluminar a alma dos homens.
3. Paramahamsa Ramakrishna: : Mestre iogue que viveu na Índia do século 19, e que é considerado até hoje como um dos maiores mestres espirituais surgidos na terra do Ganges. Para se ter uma idéia de sua influência espiritual, posso citar que grandes mestres da Índia do século 20 se referiram a ele com muito respeito e admiração, dentre eles o Mahatma Ghandi, Paramahamsa Yogananda e Rabindranath Tagore.


Para enriquecer esses escritos, deixo na seqüência dois textos sobre ele:






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RISADAS NO CORAÇÃO: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA
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Caro leitor, quando você pensa a respeito de si mesmo, o que lhe vem à mente inicialmente?

Você realmente se sente apenas como uma manifestação humana com certa maneira de ser advinda da sua identidade psíquica atual?

Você é seu nome, seu corpo, seu número de identidade, sua idade, seu sexo, ou seu imaginário idealizado?

Você realmente se sente como um ser limitado no espaço e no tempo?

Você pensa que a morte pode realmente obliterá-lo da existência?

Ou, quem sabe, talvez haja uma parte interna sua que lhe diz algo mais.

Talvez você já tenha “ouvido” ou sentido o seu coração lhe dizer coisas além da necessidade de comer, beber, dormir ou copular.

Talvez ele já tenha lhe intuído que há algo além, mas em você mesmo.

Algo que transcende o que você acha sobre si mesmo; que pulsa em ressonância com outras esferas de consciência.

É bem provável que as “vozes do silêncio” já tenham lhe dito muitas coisas em seu coração, mas sua mente costuma ser “surda” quando o assunto é a respeito de conhecer a si mesmo.

A mente também costuma ser cega e só vê o que quer, sempre prescindindo do que é veraz e profundo, e sempre se enrolando no superficial e temporário das coisas que acontecem.

Também é hábito da mente se irritar com coisas que escapam aos seus paradigmas e aos seus sentidos condicionados ao que sabe e ao que acha da vida e dos fatos.

Voltando a pergunta inicial, você ainda se acha apenas como uma pessoa com nome, sexo, identidade, tamanho, altura e largura?

Ou será que têm mais aí dentro de você?

De toda forma, mais importante do que qualquer resposta formatada de sua mente a respeito de si mesmo, o mais importante é você se perguntar com freqüência o que é você? E não vale responder dizendo o seu nome ou identidade dessa vida atual.

Vale mais não responder nada e meditar a respeito daquelas perguntas dos sábios: “Quem sou eu? Esse corpo? Essa mente? Essas emoções? Nasço e morro, ou há algo além?”

Vale mais até rir quando descobrir que as respostas formatadas da mente não respondem os mistérios do SER nem dão paz de espírito.

Vale mais ficar quietinho e mergulhar no coração, que não irá responder nada, só irá lhe dizer com a “voz do silêncio” de que as grandes respostas não são tão importantes, e que o melhor é apenas se perguntar, para descobrir que não se sabe, e daí, passar a meditar nisso, para um dia realmente saber, não mais com a mente, mas com a consciência real.

E então, a iluminação acontecerá, e junto com ela surgirão muitas risadas gostosas, principalmente quando se notar de que o que se buscava não era tão interessante quanto o próprio fato de buscar.

E no meio das risadas, talvez alguém sutil lhe diga:

“O importante é ser feliz.”

Pergunte mais, e ria ao descobrir que não sabe. Então o seu ego desmontará, e aí emergirá um novo você, pleno de si mesmo, preenchido de luz, íntegro, sem fendas separando sua consciência de seu coração. Por favor, ria mais... E compreenda que você é bem mais do que aparenta ou imagina sobre si mesmo.

Compreenda que você é um espírito vivendo uma experiência humana, não o contrário. E que por mais que os cegos e surdos de consciência lhe digam que não há mais nada além da matéria e da percepção dos sentidos, você ainda sentirá o coração lhe dizendo outras coisas.

Você sentirá que sua luz espiritual é imperecível e que o amor não se explica com palavras. E também perceberá que mesmo em meio a tantas coisas estranhas que acontecem na vida cotidiana, ainda assim o seu coração lhe dirá algo a mais...

Ele lhe dirá no silêncio da inspiração:

"Seja feliz... Ria... Compreenda... Encontre-se... Ria... Ria... Ria... Iluminação!"


Paz e Luz.

- Wagner Borges -
São Paulo, 28 de fevereiro de 2004.


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UM ENCONTRO LUMINOSO
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"Enquanto eu caminhava sob as árvores, ele surgiu.
A princípio, pensei que ele era um estrangeiro.
Mas, seu olhar sereno não me deixou dúvidas.
Ele veio e cumprimentou-me.

Fiquei paralisado enquanto ele deu um leve sorriso.
Vi em seus olhos um oceano de doçura.
De súbito, ele entrou em meu peito e
Foi para dentro do meu coração.
Instalou-se lá e eu submergi no mar do samadhi*.
Ele estava em mim e dizia-me que nós éramos avatares do mesmo amor."

Foi assim, que Ramakrishna contou-me da primeira vez que encontrou com Jesus.
Da mesma forma, conto-lhes agora, do meu jeito.
Só sei dizer que Ramakrishna e Jesus andam juntos por aí, querendo encher os corações de amor e luz.
OM TAT SAT!**

- Wagner Borges -
(Cara universalista, que não segue nenhuma linha em particular, viajante espiritual bem-humorado, filho da dona Maria Rita e do seu Waldemar, que escreveu esse pequeno texto com os olhos brilhando e com a certeza de que muitos leitores sentirão o toque espiritual no centro de seus corações.)

PS: Enquanto eu escrevia, rolava aqui no som a maravilhosa música "Oh Life" (música 12 do CD "Try Anything Once" - 1993), do Alan Parsons.


* Samadhi (do sânscrito): "Expansão da Consciência"; "Consciência Cósmica".
** Om Tat Sat (do sânscrito): Tríplice designação do Divino.


Texto <500><05/03/2004>

500 - RISADAS NO CORAÇÃO: O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

Caro leitor, quando você pensa a respeito de si mesmo, o que lhe vem à mente inicialmente?

Você realmente se sente apenas como uma manifestação humana com certa maneira de ser advinda da sua identidade psíquica atual?

Você é seu nome, seu corpo, seu número de identidade, sua idade, seu sexo, ou seu imaginário idealizado?

Você realmente se sente como um ser limitado no espaço e no tempo?

Você pensa que a morte pode realmente obliterá-lo da existência?

Ou, quem sabe, talvez haja uma parte interna sua que lhe diz algo mais.

Talvez você já tenha “ouvido” ou sentido o seu coração lhe dizer coisas além da necessidade de comer, beber, dormir ou copular.

Talvez ele já tenha lhe intuído que há algo além, mas em você mesmo.

Algo que transcende o que você acha sobre si mesmo; que pulsa em ressonância com outras esferas de consciência.

É bem provável que as “vozes do silêncio” já tenham lhe dito muitas coisas em seu coração, mas sua mente costuma ser “surda” quando o assunto é a respeito de conhecer a si mesmo.

A mente também costuma ser cega e só vê o que quer, sempre prescindindo do que é veraz e profundo, e sempre se enrolando no superficial e temporário das coisas que acontecem.

Também é hábito da mente se irritar com coisas que escapam aos seus paradigmas e aos seus sentidos condicionados ao que sabe e ao que acha da vida e dos fatos.

Voltando a pergunta inicial, você ainda se acha apenas como uma pessoa com nome, sexo, identidade, tamanho, altura e largura?

Ou será que têm mais aí dentro de você?

De toda forma, mais importante do que qualquer resposta formatada de sua mente a respeito de si mesmo, o mais importante é você se perguntar com freqüência o que é você? E não vale responder dizendo o seu nome ou identidade dessa vida atual.

Vale mais não responder nada e meditar a respeito daquelas perguntas dos sábios: “Quem sou eu? Esse corpo? Essa mente? Essas emoções? Nasço e morro, ou há algo além?”

Vale mais até rir quando descobrir que as respostas formatadas da mente não respondem os mistérios do SER nem dão paz de espírito.

Vale mais ficar quietinho e mergulhar no coração, que não irá responder nada, só irá lhe dizer com a “voz do silêncio” de que as grandes respostas não são tão importantes, e que o melhor é apenas se perguntar, para descobrir que não se sabe, e daí, passar a meditar nisso, para um dia realmente saber, não mais com a mente, mas com a consciência real.

E então, a iluminação acontecerá, e junto com ela surgirão muitas risadas gostosas, principalmente quando se notar de que o que se buscava não era tão interessante quanto o próprio fato de buscar.

E no meio das risadas, talvez alguém sutil lhe diga:

“O importante é ser feliz.”

Pergunte mais, e ria ao descobrir que não sabe. Então o seu ego desmontará, e aí emergirá um novo você, pleno de si mesmo, preenchido de luz, íntegro, sem fendas separando sua consciência de seu coração. Por favor, ria mais... E compreenda que você é bem mais do que aparenta ou imagina sobre si mesmo.

Compreenda que você é um espírito vivendo uma experiência humana, não o contrário. E que por mais que os cegos e surdos de consciência lhe digam que não há mais nada além da matéria e da percepção dos sentidos, você ainda sentirá o coração lhe dizendo outras coisas.

Você sentirá que sua luz espiritual é imperecível e que o amor não se explica com palavras. E também perceberá que mesmo em meio a tantas coisas estranhas que acontecem na vida cotidiana, ainda assim o seu coração lhe dirá algo a mais...

Ele lhe dirá no silêncio da inspiração:

"Seja feliz... Ria... Compreenda... Encontre-se... Ria... Ria... Ria... Iluminação!"


Paz e Luz.

- Wagner Borges -
São Paulo, 28 de fevereiro de 2004.


Texto <500><05/03/2004>