503 - ENSINAMENTOS DA MÃE

1. Uma gota de prática é melhor que um oceano de teorias, conselhos e boas resoluções.

2. Um dos principais obstáculos para o estabelecimento de uma harmonia progressiva é nossa ansiedade em provar ao nosso oponente que ele está errado e nós estamos certos.

3. Estamos sempre cercados pelas coisas em que pensamos.

4. Não tens direito de julgar um homem a não ser que sejas capaz de fazer melhor aquilo que ele faz.

5. É necessário nobreza de caráter para não ficares ressentido com alguém que te fez bem.

6. Para o homem comum, o sábio é uma espécie de caixinha de música, onde é bastante colocar uma moeda de uma questão para receber a resposta automaticamente.

7. A nobreza de um ser é medida pela sua capacidade de gratidão.

8. Quando sentires que não sabes nada, então estás pronto para aprender.

9. Apenas o egoísmo é que fica chocado quando encontra egoísmo nos outros.

10. Não é o número de anos que viveste que te faz envelhecer. Tu te tornas velho quando paras de progredir.

11. Não te importes com a estupidez dos outros, importa-te com a tua.

12. A perfeição não é um máximo nem um extremo. É um equilíbrio e uma harmonia.

- Mirra Alfassa* -

* Mirra Alfassa, conhecida como A Mãe, principal discípula de Sry Aurobindo.

Texto <503><16/03/2004>

503 - O ENCANTAMENTO DA COMPAIXÃO

Os olhos fitam
Um outro eu
Que cresce, vive e sonha,
E que muitos erros já cometeu.
Há uma ponte entre nós:
Compaixão é seu nome.
Precisa estar sempre presente,
Na dor, no frio, na fome...
Para oferecer sua maior dádiva:
A água da fonte divina.
Pelo instrumento de minhas mãos
A glória irá percorrer o ser
Levando-lhe amor...
E seremos recompensados juntos
Neste eterno viver.

- Raquel Mei -

*** Om Mani Padme Hum (do sânscrito): O mantra da compaixão. Sua tradução literal é: "Salve a jóia no lótus". Esse é um mantra de evocação do bodhisattva da compaixão entre os budistas tibetanos e chineses. Om é a vibração do TODO. Mani é a "Jóia espiritual que mora no coração", ou seja, é o próprio espírito, atman, essência de Brahman. Lótus é o chacra cardíaco que envolve energeticamente essa jóia sutil. Hum é a vibração dessa compaixão do TODO vertendo a luz pelo chacra cardíaco a favor de todos os seres.


Texto <503><16/03/2004>

503 - RECADO ESPIRITUAL DE UM AMPARADOR BUDISTA II

Meu irmão e amigo, que sob a doce inspiração do Senhor Buda nós possamos intercambiar o melhor de nossas energias em prol de um bom colóquio espiritual. Possamos transcender os limites do sensório comum e adentrarmos nos salões da sabedoria em nossos próprios corações.

Em meio à tristeza dos homens e ao nevoeiro cinzento das emoções exacerbadas, o Senhor Buda é como um sol de amor nos convidando para a viagem aos reinos da paz imperecível em nós mesmos.
Palavras limitadas não podem descrever a compaixão além do ego nem nenhuma doutrina pode conter a sabedoria universal. Somente à luz do discernimento aliada à reflexão pacífica é capaz de criar a conexão correta para viajar no bojo da compaixão que dimana do Senhor Buda a favor de todos os seres sencientes.

Consciente da responsabilidade de grafarmos temas grandiosos em expressões limitadas, sugiro algumas pequenas reflexões expostas de forma direta e resumida:

- Pensamentos limitados e sentimentos pequenos jamais poderão erguer-se além da própria mesquinhez para alçarem vôo aos reinos da paz.

- O Amor é grandioso e jamais poderá ser corrompido pelos arroubos emocionais do ego e seus tormentos.

- O Amor não tem mestres. Ele é o mestre.

- Paz íntima não se compra.

- Os olhos da mente não conseguem ver o Senhor Buda, mas o coração amoroso poderá senti-lo no silêncio da meditação e nas emanações compassivas a favor de todos.

- Pense no Amado como um sol de amor interpenetrando as células de seu corpo, de seu coração e dos seus pensamentos. Deixe a luz entrar serenamente para encontrar com a luz de seu próprio espírito. No seu templo interno o Buda encontrará o Buda!

- Pense naquelas pessoas infelizes e compartilhe o sol de amor com elas, em silêncio. Jamais as julgue. Apenas permita o fluxo da paz fluir por você. Ajude-as anonimamente. O Senhor Buda estará com você nesse serviço solidário.

- Mortificar o corpo não é sinônimo de sabedoria. Sanar os conflitos internos não é uma questão física, mas de pacificação emocional e de plenitude espiritual.

- O Senhor Buda não é um deus. Ele é apenas um ser desperto. Faça como ele: DESPERTE!

- Pense no egoísmo como uma doença. Cure-se disso!

- Mágoas e culpas são fantasmas da mente. Não permita que eles o assombrem. Pense no Senhor Buda abençoando o seu ser. Permita que Ele o ajude a dissolver os fantasmas.

- Não chame o Senhor Buda por intermédio de artimanhas egóicas disfarçadas de preces e mantras. DESPERTE!

- Por favor, permita a compaixão unir-se com você.**

- Jamais se torne um canalizador de violência. Trabalhe em cima de suas pulsões básicos, com paciência e freqüência, e conscientize-se de que você é um Buda também, apenas precisa DESPERTAR!


PS: Um sol de amor
Desceu aqui.
Nada pediu, só amou.
Absorveu as dores da ignorância
E transformou-as em Paz.
Respirou o sofrimento
E exalou suaves acalantos.
Cantou a paz em seu silêncio
E propagou-a nas dez direções.
Chorou em silêncio a dor do mundo,
E, mesmo assim, amou.
E continua amando...
Abraçando silenciosamente,
Sem que o mundo o veja,
Sem que a mente o aceite,
Sem que o coração se abra...
Mesmo assim, Ele ama!
Pelas eras à frente,
Ele continuará o seu trabalho.
Até que tudo se cumpra,
E a dor seja amor,
E as consciências despertem
Como Budas também.

Om Mani Padme Hum.***

- Um Amparador Budista -
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges -Salvador, 26 de janeiro de 2004, às 17h51min.)

- Nota de Wagner Borges:

“Buda, meu amigo.
Como você já deve saber, recebi ainda agora alguns escritos passados espiritualmente por um dos seus trabalhadores extrafísicos. Daí, olhei para o belo céu azul sobre a cidade de Salvador e pensei em você. E o meu coração derreteu de amor, cara.
Sabe, há coisas que não se explicam, só se sentem, não é mesmo?
Daqui a pouco vou iniciar um curso onde vou tentar passar para a turma um pouco da sintonia dos seus ensinamentos. De forma universalista, vou tentar projetar para o pessoal um pouco da luz do esclarecimento sobre muitas coisas que você apontou. Porém, agora que você derreteu o meu coração, como é que eu vou explicar alguma coisa?
Será que a turma vai entender esse choro quietinho?
Como vou explicar um amor desses?
E essa imensa bola de luz, que não vejo, mas sinto aqui por cima da cabeça?
Eu gostaria de poder chegar no curso e ficar quietinho, só sentindo esse amor e essa luz, tentando compartilhar isso com a turma, mas sei que muitos não irão pegar a carona espiritual, pois estarão sedentos de conhecimentos só com a mente, prescindindo da abertura do coração, que poderia levá-los em viagens incríveis de pura sintonia na sua graça.
Contudo, mesmo assim eu vou tentar. Vou colocar uma música legal, um CD com mantras budistas, e pedir para o pessoal relaxar e abrir o coração, para ver o que rola... Quem sabe a galera entre na sintonia e sinta esse amor e essa luz de forma simples, nas luzes do coração?
Buda, meu amigo, quem sabe hoje seja a hora do reencontro de nossos corações com o seu? Tomara...
Por aqui, só sei que o meu coração já derreteu, e eu não sei mais o que dizer. Só posso agradecê-lo, por toda inspiração, por toda proteção, por nunca ter esquecido de nós, por jamais nos julgar, por nunca ter forçado a barra antes de estarmos prontos para o despertar de nossas consciências, e por nos esperar de braços abertos, independente de raça, credo, sexo ou condição existencial.
Muito obrigado, querido.”

Om Mani Padme Hum.

- Wagner Borges – Salvador, 26 de janeiro de 2004, às 18h48min.

Notas do texto:
* O primeiro texto está postado na seção de textos periódicos enviados pelo nosso site – www.ippb.org.br
** Quando mostrei esses escritos para minha amiga Raquel Mei (reikiana e estudante de temas espirituais), ela imediatamente lembrou-se de um texto que escrevera há algum tempo sobre a compaixão. Então, gentilmente ela ofereceu-me o texto, o qual reproduzo aqui para todos:
<Texto 503><16/03/2004>

502 - TOQUE ESPIRITUAL DE MIRABAI

"Se, pelo banho diário, Deus pudesse ser conhecido, eu depressa me tornaria uma baleia no oceano profundo; se comendo raízes e frutos, Ele pudesse ser apreendido, alegremente, eu escolheria a forma de uma cabra; se o desfiar de rosários O descobrisse, em gigantescas contas diria minhas preces; se curvar-me ante imagens de pedra O revelasse, humildemente adoraria uma montanha de sílica; se bebendo leite, o Senhor pudesse ser ingerido, muitos bezerros e crianças O conheceriam; se abandonando a esposa, alguém pudesse intimar Deus a visitá-lo, não haveria milhares de eunucos?

Mirabai sabe que para encontrar o Deus Único é indispensável somente o Amor."

- Mirabai -



Texto <502><12/03/2004>

502 - SAUDADE DAS ESTRELAS E DESASSÉDIOS ESPIRITUAIS

Olá.

São exatamente 17h17min do dia 17 de fevereiro de 2004.

Estou em Jundiaí, no Espaço Origens, onde estou realizando por três noites o curso "Toques Vibracionais".

Neste momento está rolando no som o maravilhoso CD "Faces of the Christ", da tecladista americana Constance Demby. Trata-se de um trabalho de space music que evoca a atmosfera do amor do Cristo. Sempre que escuto esse disco sinto um toque de amor vibrando no coração. E isso está acontecendo mais uma vez agora.

Sem saber o que, nem como, ligo o note-book e sento-me para escrever algo que sequer sei o que é. Só sei que algo espiritual chegou aqui, e resolvi escrever o que o coração ordenar nas ondas da sintonia. E escreverei para você, o leitor desconhecido, agora parceiro dessa mesma sintonia. E que o amor do Cristo possa inspirar a jornada desses escritos...


* * *

Sabe aqueles dias em que você é tomado por sensações de uma opressão oculta, insidiosa, inquietante, sem motivo aparente, que parece surgir dentro de seu próprio coração, de forma psíquica estranha e viscosa?

Pois esses são momentos de perigo real, onde as trevas do ego que circundam o coração se insinuam sorrateiramente, loucas para darem guarida às trevas insidiosas dos verdugos extrafísicos que se apóiam nelas para a realização de suas tarefas de assédio oculto. É o concurso das trevas interiores que abre a guarda para a entrada das energias insidiosas que vêm dos perpetradores extrafísicos das obsessões espirituais.

Nasce dentro de cada um a conexão psíquica densa que faz a ligação espiritual com os verdugos ocultos que acicatam os corações imprudentes. Os pensamentos deletérios e as emoções torpes são alimento psíquico muito apreciado pelos agentes trevosos extrafísicos que, secretamente, estabelecem as ligações correspondentes com aquilo que encontram no íntimo de cada um.

Esse é momento de grande perigo, quando as trevas de dentro convidam as trevas de fora para uma comunhão oculta nas regiões invisíveis dos piores propósitos manifestados em suas energias.

Caro leitor, medite nisso.

Investigue a si mesmo, observe o que está em seu coração, perceba os motivos que o levam a sentir determinadas sensações estranhas, mergulhe em si mesmo e veja a causa real das trevas que circundam os seus potenciais divinos. Observe a causa oculta da divisão que você sente em si mesmo. Labore com inteligência e descubra os rastros trevosos deixados em seu coração. E não titubeie ao descobri-los: combato-os tenazmente, até erradicá-los completamente.

Eliminando a causa interna do desequilíbrio, desaparecerá naturalmente a pressão externa dos agressores extrafísicos, pois estes não mais terão o acesso vibracional às trevas interiores, diluídas pela meditação serena e pela prece sincera, nascida do centro do coração que busca a luz da paz íntima.


* * *


Urge que você assuma os seus caminhos e decisões. Assuma a própria vida e os magnos objetivos da ascensão espiritual. Tome posse do tesouro divino encerrado dentro de seu próprio ser. Você é imortal, pertence ao Cosmo, e nada poderá obstacular o seu progresso ao longo das várias existências seriadas nos orbes destinados a essa finalidade.

Você sente saudades das estrelas, mesmo sem saber. E todo ser humano é assim, mesmo que sequer saiba disso. O grande sonho secreto da humanidade é o contato com os seres extraterrestres, os irmãos estelares que visitam o orbe terráqueo há muito tempo. Na verdade, esses irmãos estão mais presentes do que se possa imaginar. Contudo, operam em outras condições vibracionais, aquém da percepção tosca dos sentidos carnais.

Por esse motivo, a melhor maneira de entrar em ressonância com eles é por meio da educação psíquica correta, alicerçada pelos estudos espirituais competentes e voltados ao aprimoramento consciencial profundo.

Motivados por propósitos justos e equilibrados, as suas próprias energias diluirão as turbações intrafísicas e extrafísicas, ampliando o raio de ação de sua aura e de seus corpos sutis, o que levará a percepção correta da presença dos seres estelares em suas devidas proporções e condições vibracionais.

Você sente saudades das estrelas... E elas, de você. Pense nisso!


* * *


Para dissolver as conjunções perniciosas e combater as sensações insidiosas, pense no ensinamento do amigo dos homens: "Orai e vigiai!"

O Cristo conhecia bem os mecanismos dos assédios extrafísicos, e parte de seu trabalho foi erradicar as energias pesadas de antigas consciências sediadas há milênios nos bastidores extrafísicos da humanidade, desde a época da Atlântida. Ele foi fundo nisso e quebrou as correntes que mantinham esses seres agrilhoados nos umbrais do mundo, libertando-os para novas tentames evolutivos em outros orbes.

Pense nisso: Ele desceu de coração aberto aos umbrais e arrebatou multidões de assediadores extrafísicos em sua ascese espiritual. E fez isso irradiando amor incondicional, sem julgamentos de qualquer espécie, apenas exteriorizando a luz amorosa serenamente.

Para ajudar em seu trabalho de desobstrução cármica e de desobsessão, medite nisso: o espírito do Cristo abraçando o mundo em silêncio.

Ele abraça a você, os obsessores e os obsidiados, os sábios e os tolos, os crédulos e os céticos, e a todos, na Terra ou no Astral.

Pense nisso: o Dharma* do Cristo é o abraço que ele dá em você, e em todos.

Você tem saudades das estrelas... E O Cristo, de você. Medite nisso!

* * *

Quando a saudade apertar, não faça disso um drama. Pelo contrário, isso significa que parte de você ainda se lembra da verdadeira natureza estelar, além dos limites dos sentidos da carne. Pense nisso: você é um cidadão do Cosmo, temporariamente hospedado na Terra para aprender algumas coisas necessárias ao seu crescimento e despertar consciencial.

Sua saudade é justa, mas não pode bloquear a sua necessidade de aprendizado terrestre. Por isso, não reclame, apenas trabalhe e aprenda o jogo da vida. Use a saudade como estímulo para melhorar. Faça o brilho das estrelas surgir em seus olhos e irradie a luz para todos.

Para dissolver as energias insidiosas e suas companhias extrafísicas, faça apenas isso: visualize que os seus olhos são duas estrelas brilhando muito. De olhos abertos ou fechados, faça essas duas estrelas brilharem de amor, e ofereça o brilho a todos os seres incondicionalmente.

Você sente saudade das estrelas... E os seus amigos extrafísicos, de você!


* * *


Você é uma centelha divina revestida de corpo denso no presente momento.

Você é muito mais do que imagina. A mesma luz que deu origem ao Cosmo é a mesma que pulsa dentro de seu coração. O fogo estelar crepita dentro de você.

Você é irmão das estrelas. Por isso, uma parte sua quer tornar-se um bólido sideral e mergulhar na imensidão estelar, enquanto a outra parte precisa do aprendizado na Terra por um tempo. Mas você é um só! A divisão é aparente.

Portanto, traga o brilho estelar para a Terra e, quando você partir, na hora final determinada pelos mentores siderais, leve o aprendizado obtido para as estrelas. Aí, você descobrirá que, na Terra ou no Espaço, o importante é ser feliz, e viajar com brilho nos olhos é pura riqueza. É estado de consciência intransferível e mérito do esforço evolutivo apresentado com diligência e inteligência criativa.

Esse brilho consciencial foi chamado pelo Cristo como aquela "riqueza que a traça e o tempo não destrói".


* * *


Você sente saudades das estrelas... E há outros mais que também sentem, espalhados por esse mundão de Deus. Talvez eles sintam saudades de você também, mas sem saber disso. Talvez sintam que outros mais estão viajando com corpos densos na mesma Nave Terra, enquanto seus espíritos clamam pela liberdade sideral tão almejada. Talvez eles chorem na calada da noite ao olharem o espaço sideral coalhado de estrelas brilhando na abóbada celeste. Igual a você, eles sentem saudades... Mesmo sem saber!


* * *


Algures, no Multiverso (físico ou extrafísico), naquelas "muitas moradas do Pai Celestial", os irmãos extraterrestres e os irmãos extrafísicos também estão com saudades de você. Honre-os com uma vida digna.

Mesmo em meio a tantas dificuldades, persevere nos valores mais profundos de sua consciência. Mesmo em meio as suas deficiências, não deixe de trabalhar e estudar, buscando condições melhores. Mesmo em meio às pressões do viver e das pessoas, persevere! Com saudades ou sem elas, pontifique corretamente no mundo!

E então, uma voz sutil dirá secretamente em seu coração espiritual:

"Te amo... Te amo... Te amo... Forever!"

Essa é a voz do Cristo, a voz do silêncio, a voz do Espírito. E ela fala a todos os corações incondicionalmente. E acaba com a dor da saudade.

PS: Caro leitor desconhecido, escrevi isso tudo de improviso e sem parar. Agora vejo que é para você sim, e também para mim. Nem preciso dizer da assistência espiritual que está presente aqui comigo, inspirando e zelando para que algo criativo possa ser vertido espiritualmente no mundo. Espero que a essa altura as energias insidiosas tenham sido dissolvidas amorosamente, e que o seu coração esteja mais leve, na sintonia daquele AMOR QUE AMA SEM NOME.

(Agradeço a Ramatís e sua equipe por todo o suporte e inspiração espiritual nesses escritos.)

"Há uma luz que brilha mais
Do que bilhões de sóis juntos.
É a essência da alma.
Essa é a luz que mora no coração."


- Wagner Borges, sujeito com defeitos e qualidades, carioca na presente "encadernação", 42 anos, pai da Helena e da Maria Luz, espiritualista livre, que não é cristão nem segue nenhuma doutrina formada pelos homens da Terra, que igual a você e muitos outros, também sente saudades das estrelas e sofre diversas pressões, mas que resiste e prossegue, sabendo que só o Grande Arquiteto Do Universo é que sabe o nível real de cada Ser, e só Ele é que poderá mensurar o valor do que cada um pensa, sente e faz na existência**.
Jundiaí, 17 de fevereiro de 2004.

* Dharma (do sânscrito): Dever, Missão, Mérito, Trabalho, Programação existencial.
** Enquanto digitava essas linhas, lembrei-me de um toque inspirado de Mirabai, uma santa-iogue devota de Krishna:
continua

Texto <502><12/03/2004>